Ressonância magnética nuclear - RMN
Ressonância magnética nuclear, ou RMN, é um fenômeno que ocorre quando pulsos de radiofrequência são aplicados sobre uma amostra que está imersa em um campo magnético bastante intenso. Alguns núcleos atômicos irão absorver energia enquanto outros não, dependendo das propriedades magnéticas de cada núcleo. Os sinais de RMN detectados são dependentes do ambiente eletrônico do núcleo e do movimento das moléculas. Por isso a espectroscopia de RMN é uma técnica extremamente informativa sobre a estrutura da matéria.
O Laboratório Baiano de Ressonância Magnética Nuclear (LABAREMN) é um laboratório multiusuário localizado no Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia e possui um espectrômetro Varian Inova 500 de 11,7 Tesla (operando na frequência de 500 MHz para 1H e 125 MHz para 13C). O LABAREMN visa à aplicação das diferentes técnicas de RMN na determinação estrutural de substâncias que apresentam interesse científico nos diversos campos da ciência. Na aplicação dessas técnicas são atendidos pesquisadores que atuam em diversas linhas de pesquisa entre as quais destacam-se: Química de Produtos Naturais, Síntese Orgânica, Síntese Organometálica, Polímeros, Catálise, Bioquímica, Metabolômica, Análise de Peptídeos – Proteoma e Ciência dos Materiais.
Figura 1. Equipamento Varian Unity INOVA 500 spectrometer (Agilent Technologies, USA).
Responsável: Profa. Elisangela F. Boffo (Coordenação): labaremn@ufba.br">mailto:labaremn@ufba.br">labaremn@ufba.br.
Site: https://labaremn.ufba.br/" target="_blank">https://labaremn.ufba.br/
Espectrometria de massas - EM
A Espectrometria de Massas (EM) é uma técnica analítica que promove a caracterização de moléculas por meio da determinação da relação massa/carga (m/z) de íons, podendo ser operada em modos positivo ou negativo de ionização. Entre as principais aplicações, pode-se destacar a utilização na determinação estrutural de moléculas, no estudo e identificação de proteínas, na análise de misturas complexas, quantificação de compostos e verificação da distribuição isotópica.
Laboratório de Análises Cromatográficas e Espectrométricas (LACE) é um laboratório multiusuário, localizado no 5º andar (sala 518) do Instituto de Química da UFBA, que possui um Cromatógrafo Líquido de Alta Performance acoplado à Espectrômetro de Massas de Alta Resolução (UPLC-MS, Xevo G2-XS ToF, Waters) com gerador de nitrogênio, adquiridos via Edital CT-INFRA 2010 para o subprojeto LIMCET III (convênio UFBA 110234, subprojeto LIMCET III). O LACE tem como objetivo a determinação de massas exatas de compostos orgânicos naturais e sintéticos, caracterização e medida semi-quantitativa de perfil metabólico (análise metabolômica e lipidômica). Tais medidas são realizadas em diferentes matrizes, tais como: plantas, microrganismos, células, amostras biológicas/biofluidos, entre outras. O instrumento tem atendido aos interesses de pesquisa de docentes do Instituto de Química das áreas de Química Analítica, Orgânica e Inorgânica, destacando-se as linhas de pesquisa de Produtos Naturais, Metabolômica, Síntese Orgânica e Nanomateriais.
Figura 2. Equipamento UPLC-MS (Xevo G2-XS, Waters).
Responsável: Profa. Gisele A. B. Canuto (Coordenação): lace@ufba.br">mailto:lace@ufba.br">lace@ufba.br
Site: https://pnipe.mcti.gov.br/laboratory/15999">https://pnipe.mcti.gov.br/laboratory/15999
Extrator Acelerado por Solvente, modelo: DIONEX ASE 350, marca: Thermo Scientific
O Extrator Acelerado por Solvente Dionex ASE 350 da Thermo Scientific executa a extração de compostos orgânicos presentes em amostras sólidas e semi-sólidas, em poucos minutos e com baixo consumo de solvente. O ASE 350 é um extrator adequado para o preparo de amostras complexas, como as ambientais, geológicas, alimentícias e farmacêuticas, entre outras.
O sistema Dionex ASE utiliza até três solventes orgânicos e aquosos, em temperaturas e pressões elevadas, para aumentar a eficiência da extração. Sua superfície em contato com a amostra é resistente a uma ampla faixa de pH, o que torna o sistema compatível com a extração de matrizes pré-tratadas com ácidos ou bases.
O extrator Dionex ASE 350 atende às exigências dos métodos padronizados: EPA 3545A para a Extração com Fluido Pressurizado de amostras básicas/neutras e ácidas (BNA), pesticidas organofosforados (OPP) e clorados, herbicidas, bifenil policlorados (PCB), dibenzodioxinas policloradas (PCDD), dibenzofuranos policlorados (PCDF) e compostos orgânicos do diesel. A Extração Acelerada por Solvente substitui as técnicas: Soxhlet, sonicação, agitação e outras, usando menos solvente e em menos tempo.
A extração acelerada por solvente é aceita nas áreas de meio ambiente, alimentos, polímeros e produtos de higiene. Seus métodos também são aprovados por agências governamentais ao redor do mundo.
Características:
- Requer menos de 50 mL de solvente para 20 g de amostra.
- Flexibilidade no tamanho das amostras (entre 1 g e 100 g).
- Os extratos são automaticamente filtrados e prontos para injeção direta ou cleanup final.
- Carrossel com 24 posições permite a extração automática e autônoma em bateladas de até 24 amostras.
- Celas de amostra de aço inoxidável com 1, 5, 10, 22, 34, 66 e 100 mL e de Dionium™ com 66 e 100 mL, com aperto feito à mão.
- Uma tela de edição de métodos e sequências facilita a programação das condições de extração e permite a re-extração da mesma cela em vials separados.
- O sistema SmartRun™ da Thermo Scientific protege contra a incompatibilidade entre celas e frascos de coleta, e otimiza o programa de aquecimento do forno adequado ao tamanho e tipo de cela.
- Sensores de temperatura, pressão e vazamento de solvente ou de outro líquido alertam o operador caso ocorra um problema. Disparam um alarme sonoro e, se necessário, desligam o sistema.
Figura 3. Extrator Acelerado por Solvente, modelo: DIONEX ASE 350, marca: Thermo Scientific
Docente responsável: Profa. Dra. Gisele Olímpio da Rocha, giseleor@ufba.br">mailto:giseleor@ufba.br">giseleor@ufba.br, giseleolimpiorocha@gmail.com">mailto:giseleolimpiorocha@gmail.com">giseleolimpiorocha@gmail.com
GEIA – Grupo de Estudos Interdisciplinares do Ambiente. Instituto de Química. Departamento de Química Analítica.
Normas de uso do equipamento (em construção)
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSca38K-2VrIEHy_vkaxlwV3LydPXuoT...">Agenda de reserva (em construção)